Evite o roubos e assaltos
PRINCIPAIS TRECHOS DA ENTREVISTA DE UM LADRÃO DE CARROS de SP.
PERÍODO PREFERIDO
'Prefiro furtar de manhã. É quando todo mundo está com menos cuidado com as coisas'.
TRAVAS
'Travas segredos e alarmes são ridículos. Antigamente, eu alugava um carro só para estudar como funcionava. Hoje nem faço isso'.
DESMANCHE
'Nunca desmontei carro. Odeio sujar a mão. Sempre trabalhei sozinho, por encomenda. Já entrei em concessionária, de terno, para ver o endereço e para onde iria o carro, ficava de campana (vigiando) e roubava. Já roubei muito carro que o pessoal da Concessionária me entregou'.
BUSCA
'Para quem tem o carro furtado, o ideal é procurar num raio de três quilômetros da vizinhança, pelas ruas menores, menos movimentadas'.
DESTINO DOS CARROS
'Este negócio de Paraguai é lenda. Ninguém vai levar carro roubado para lá.No Paraguai, o máximo que acontece é o proprietário entregar a uma pessoa, ela leva o carro até lá, vende no mercado negro e manda chave e documento de volta para ele dar a queixa de roubo. E são poucos.. O mais comum é o carro ir para o interior, onde não há fiscalização. Boa parte dos carros é cortada por ferros velhos.
Mas hoje em dia 50% das comunicações são falsas. Quase tudo é golpe naseguradora'..
ENCOMENDAS
'Eu tenho encomenda para o resto da vida. Mas se disser quem é me complico.É melhor ser um preso vivo, que um morto em liberdade'.
TRÁFICO
'Esses roubos armados estão sendo feitos por pessoas que estavam no tráfico de drogas ou em quadrilhas e que, por algum motivo, foram para o roubo de carro. Acho que foi porque a Polícia está dando em cima nestes crimes, porque não está fácil passar carro roubado.. O mercado está concorrido'.
CARRO ROUBADO
'Já tive carro roubado. Nem procurei. Roubei outro e fiz um duble na hora'.
CONSELHOS
'Se a pessoa não quiser ter o carro furtado, não deixe nada dentro visível.Na minha mente doente, sempre acho que tem dinheiro, ouro, jóia, ali. Não equipe muito o carro, porque assim se ganha mais dinheiro. Além de vender o carro, ainda vendo os acessórios. Não coloque em rua calma demais'.
PREÇO
'Numa Blazer do ano, paga-se R$ 10.000,00, se você vender no interior.Se você passar para um atravessador, fica com uns R$ 4..000,00 ou R$5.000,00..... Quando não dá para passar, algumas pessoas fazem o golpe com a recuperadora.O ladrão fica com 3,5%, o recuperador com 3,5%, a Empresa com 3%, dos10%, que a Seguradora paga'.
JUSTIÇA
'Meu crime é igual a roubar uma carteira de uma bolsa. Vou ficar preso por um tempo, uns dois anos, mas vou sair. Infelizmente a justiça é assim'.
PROFISSIONAIS
' Em São Paulo existem mais de trinta profissionais no furto. São pessoas comuns, que vivem disso. Hoje sou mais uma lenda, mas já furtei seis carros por dia'..
DOM
'Furtar é ter cara de pau. A pessoa não pode vacilar. Levo dez segundos para entrar no carro e ninguém percebe. Tenho o dom'.
DESAFIO
'Se um fabricante quiser, coloca um carro aqui no pátio (da Delegacia) e,se eu não abrir, faço propaganda da Empresa dele, dizendo que a trava de segurança funciona. As montadoras fazem códigos para vender carros mais caros, mas os delas são os mais fáceis de furtar. A melhor coisa a fazer é ter Seguro'.
AUTOCONFIANÇA
'Não existe carro que eu não roube. Motor não tem vontade própria e não ama o dono. Se você der energia e combustível, ele vai andar'.
COMENTÁRIOS EXTRAS: Não deveria existir bandido que não recebesse sua pena, mas... 'se der energia e combustível, ele vai andar'. Damos essa energia e esse combustível... Pense nisso....
UM ALERTA... PRESTE MUITA ATENÇÃO!
Algumas medidas que devem se incorporadas no dia-a-dia:Não anotar telefone residencial no verso de cheques, especialmente em postos de gasolina. No caso de assalto ao posto, as informações pessoais podem ser usadas para ameaças, especialmente contra mulheres. Anote sempre o telefone comercial.Não exibir currículo no carro, como: adesivo de faculdade, do condomínio onde reside (adesivos como: Eu amo Ubatuba), da academia de ginástica, etc.Um ladrão ou praticante de extorsão deduz desses sinais a vida de pessoa e os usa para fazer ameaças...
O ladrão prefere pessoas desatentas, aproveita-se do elemento surpresa.O objetivo do ladrão é patrimonial e não pessoal, escolhe as vitimas pelo fator comportamental.Jamais reagir, só em filmes dá certo. O elemento surpresa é favorável ao bandido, que nunca está sozinho e não tem nada a perder. Manter distância segura do carro da frente, para poder sair numa só manobra, sem bater. Distância segura é poder enxergar pelo menos parte do pneu do carro da frente.
O risco de morrer em roubo de farol é absurdamente maior do que num seqüestro. Nessa situação mantenha as mãos no volante e tente comunicar-se, indicando claramente o que vai fazer:Se for tirar o cinto - Vou tirar o cinto com esta mão, posso?Se pedir a carteira - A carteira está no bolso de trás (ou dentro dabolsa), posso pegar?À noite, calcule tempo e velocidade para evitar parar num farol vermelho.Não há registro de assalto com carro em movimento... DIVULGUEM... ISTO É MUITO IMPORTANTE!
Instituto de Criminalística
Departamento de Polícia Técnica
Lugar de bituca não é no asfalto

A nova lei antifumo vem provando que pode contar com a colaboração dos fumantes. Na maioria absoluta dos lugares, o respeito à lei vem sendo total. Nos primeiros dias de fiscalização, 98,7% dos estabelecimentos já haviam se adequado à nova norma. Isso é a prova de que os fumantes estão colaborando.
Mas não é apenas a fumaça do cigarro que polui. A bituca do cigarro, se jogada na rua, também provoca conseqüências danosas. Além de deixar a cidade suja, as bitucas são agentes poluidores, que possuem diversas substâncias químicas.
Os filtros de cigarros demoram cerca de 100 anos para se degradarem. Acumulados ele podem acabar entupindo esgotos.
Por isso é importante que os fumantes continuem colaborando, não apenas ao sair para fumar, mas também ao jogar a bituca do cigarro nos lugares corretos. Entre as opções, estão os cinzeiros colocados em frente aos edifícios e estabelecimentos comerciais. Porta-bitucas feitos de garrafas PET também estão sendo distribuídos e vendidos em diversos pontos. As lixeiras também servem. É fundamental que as bitucas estejam devidamente apagadas, para evitar risco de incêndio.
Com a colaboração de todos, iremos respirar melhor em ambientes fechados, sem vermos a cidade mais suja nos ambientes abertos.
Da Secretaria de Estado da Saúde
leiantifumo.sp.gov.br
ASSISTÊNCIA GRATUITA DE ARQUITETOS E ENGENHEIROS PARA PESSOAS DE BAIXA RENDA
Existem diversos estudos que se complementam para calcular o Déficit habitacional do Brasil, pois a metodologia utilizada é muito complexa e leva até anos para ser apurada. Com base nas informações divulgadas pela PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e nos dados do Censo Demográfico da cidade, sobre o número de habitantes, renda e crescimento, apresentados pelo IBGE, é possível fazer um balanço sobre a realidade do setor habitacional.
Segundo esses estudos, na cidade de São Paulo existem mais de 3 milhões de domicílios. A maioria está na área urbana da cidade e têm de três a cinco moradores por residência. 10% dessas habitações não possui rede elétrica, nem telefone fixo e cerca de 2 mil são tidas como favelas, sem saneamento e condições dignas de moradia. Em todo país estimasse a necessidade de construir de mais de 7 milhões de residências em 5 anos.
Para tratar dessas políticas de desenvolvimento urbano e social, o Ministério das Cidades, criou a Secretaria Nacional de Habitação (SNH), para desenvolver ações que estimulem o desenvolvimento organizado das cidades. Assim surgiu o PlanHab (Plano Nacional de Habitação), que visa estimular o aprimoramento de toda cadeia produtiva da construção civil, visando adequar os projetos às necessidades da população de baixa renda. Assim como já está ocorrendo com o programa “Minha Casa, Minha Vida” que estimula o crédito, com subsídios do governo federal, e com a redução dos impostos para os materiais de construção, além inúmeras outras ações de incentivo.
Seguindo o PlanHab, o presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei 11.888, que garante atendimento público gratuito para pessoas com rendimento familiar de até 3 salários mínimos que precisarem construir ou reformar suas casas. A partir de 24 de julho, o governo irá custear os gastos com estes profissionais, assim como já é feito para a assistência jurídica, caso a pessoa não tenha condições de contratar um advogado, só que os recursos serão provenientes do FNHIS (Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social) e também permitirá a participação de capital privado.
Atualmente, o sindicato está realizando diversos seminários para estudar como será está prestação de serviço e como o arquiteto irá lidar com esta nova situação. “A lei federal número 11.888/08 de habitação é de âmbito nacional, ainda precisamos de uma lei estadual e uma municipal para regular esta atividade em todas as esferas”, comenta o presidente do Sindicato dos Arquitetos de São Paulo, Daniel Alberto Catelli Amor.
“Caberá aos governos estabelecer os convênios necessários com outras entidades de classe, como Crea e Universidades, para atender a população de baixa renda”. Comenta Douglas Figueiredo, engenheiro e assessor do deputado Marcio Martins ator do projeto.
SÃO PAULO SE EXPANDE

Prefeitura amplia investimentos nas áreas sociais
Gilberto Kassab anunciou que fará um investimento complementar de R$ 410 milhões no Orçamento de 2009. Parte dessa verba é fruto do superávit obtido em 2008, cerca de R$ 366 milhões. O prefeito disse que o investimento será aplicado na área social, como Saúde, Educação, Transportes e Habitação, beneficiando as pessoas mais carentes.
Novas AMAs
Dos R$ 95 milhões que serão repassados à saúde, R$ 80 milhões serão alocados para a manutenção e implantação de novas AMAs (Assistência Médica Ambulatorial).
Novas escolas
Do total de R$ 31 milhões repassados à Educação, cerca de R$ 16 milhões serão aplicados na construção de novas escolas de ensino fundamental, com o objetivo de extinguir o terceiro turno diurno.
Infraestrutura e urbanização
Cerca de R$ 20 milhões serão repassados à Habitação. Essa verba será usada na urbanização de favelas e construção de unidades habitacionais de interesse social.
Para incrementar as inúmeras obras de combate a enchentes realizadas na cidade, a área de infraestrutura urbana receberá um repasse de R$ 19 milhões, mais R$ 21 milhões para a canalização de córregos.
Cultura, Esportes e Meio Ambiente
Manutenção e operação de equipamentos culturais, como bibliotecas e teatros, preservação do patrimônio histórico e o fomento à programação artística na cidade estão entre os projetos da Secretaria de Cultura, que receberá cerca de R$ 10 milhões. A Secretaria de Participação e Parceria terá uma verba de quase R$ 13 milhões para operação e manutenção dos Telecentros.
Áreas verdes, o plantio de novas árvores e a proteção das regiões de mananciais serão atendidos pelo repasse de aproximadamente R$ 25 milhões à Secretaria do Verde e Meio Ambiente.
Renovação da frota de ônibus
Com a decisão do prefeito de suplementar o orçamento das áreas sociais, a Secretaria Municipal de Transportes fará em maio um pagamento extra de R$ 25 milhões para a renovação da frota dos concessionários e permissionários do sistema de transporte coletivo de São Paulo.
De janeiro de 2005 até agora, 7.681 ônibus novos entraram em circulação. Desse total, 3.272 são adaptados para facilitar o acesso ao sistema de transporte para pessoas com problemas de mobilidade. Além do conforto e acessibilidade, os veículos novos também emitirão menos poluentes. Os novos ônibus diminuíram a emissão de monóxido de carbono em quase 50% e de material particulado em aproximadamente 80%, conforme taxas médias aferidas nos veículos.
Acessibilidade para deficientes
estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade está em vigor desde 8 de novembro de 2000, mas a questão do direito ao acesso ainda precisa ser muito discutida e trabalhada na formação das pessoas, para que se torne efetiva.Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 10% da população apresenta algum tipo de deficiência. Limitados pela incapacidade de ver, ouvir ou deslocar-se, os portadores de necessidades especiais são os que mais sofrem com a falta de cidadania de algumas pessoas.
De acordo com a lei, todos os estabelecimentos, deveriam proporcionar condições de acesso para pessoas idosas ou portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida. No entanto, são poucos os estabelecimentos que fazem cumprir isso. Como conta o comerciante Jorge Sebastião.
Seu pai com 80 anos foi vítima de um AVC, há alguns anos, perdendo a mobilidade de um dos braços e parcialmente de uma das pernas. “Sempre que acompanho o meu pai (no carro dele que tem o adesivo de deficiente) raramente encontro uma vaga para parar de idoso ou deficiente desocupada, porque são utilizados por pessoas que não têm qualquer tipo problema” afirma Sebastião.
O comerciante também conta que geralmente quando o seu pai está com a cadeira de rodas, acaba estacionando longe, sem problemas, mas quando ele está apenas com a bengala, nada pode fazer, a não ser, ficar olhando aquele homem idoso se arrastando por um longo percurso, quase caindo e sofrendo para chegar ao seu destino.
E apesar de trágica, essa história continua a se repetir em diversas famílias do país, é o exemplo de Heloisio Ribeiro Neves que após sua filha ainda jovem sofrer uma paralisia cerebral e se tornar caderante, adaptou seu veículo Doblo para o transporte de passageiros especiais.
Hoje, sua filha está com 33 anos e não utiliza mais cadeira de rodas, mas com toda a sua compaixão continuou a transportar outras pessoas que necessitavam. “Esse carro passou a ser uma forma de ajudar o deficiente a alcançar seu objetivo, seja estudar, trabalhar ou se divertir” comenta Neves.

Há dois anos, Neves abriu sua própria empresa de traslado, a Gaivota Transporte Acessível, para atender esse público muitas vezes esquecido pelo poder público. “Essa ideia surgiu pela própria necessidade, por tratar a tantos anos com pessoas com necessidades reduzidas, mas tudo isso levou tempo para acontecer, pois não recebi nenhum incentivo”, justifica Neves.
Projeto Carona
A instituição surgiu em 1997, com o intuito de oferecer atividades de lazer para as pessoas portadoras de necessidades especiais, mas sua primeira dificuldade foi o transporte de seus clientes para as atividades promovidas pela empresa.
Com isso, a instituição criou um serviço de transporte com vans convencionais e adaptadas passamos a oferecer uma prestação de serviço de transporte, facilitando a vida do portador de necessidades especiais, assim o cliente é pego e levado para casa após o evento. São os únicos da cidade com a documentação regulamentada pela EMTU.
Atualmente a empresa atende escolas, hospitais, hotéis, casas de repouso, particulares, locadoras de veículos e agências de eventos. O projeto carona fica na Travessa Domingos Assunção, 57 – Pinheiros – São Paulo. Mais informações pelo site: www.projetocarona.com.br, ou pelos telefones 8386-6465, 3814-4162, falar com Roque José. transporte@projetocarona.com.br; recreacao@projetocarona.com.br
Adaptação do veículo
Existem empresas especializadas e homologadas para fornecer esse tipo de tecnologia. Indiferente da marca do veículo, para fazer a instalação dos dispositivos especiais, como alavancas de aceleração e frenagem na parte lateral do volante, após o cliente comprar o carro, ele é enviado para estas oficinas onde são adaptados.
No entanto, somente 20% dos portadores de algum tipo de deficiência física precisam de adaptações mais específicas, como acelerador e freio manuais. “Dos veículos vendidos com isenção para deficientes 80% possuem apenas direção hidráulica e câmbio automático”, comenta o supervisor de vendas especiais, Ricardo Rodrigues da Silva.
Normas para o estacionamento
Um dos fundadores do site www.DeficientesOnline.com.br, Cláudio Tavares, conhece bem a realidade destas pessoas e fala sobre os problemas enfrentados no dia-a-dia por quem procura um local adequado para estacionar. “O complicado é quando o estabelecimento não cumpri com as Normas da ABNT. A vaga precisa estar em um local estratégico e ser maior do que o convencionar para que o deficiente possa tirar a sua cadeira de dentro carro”.
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, as vagas de estacionamento devem ser devidamente sinalizadas, com o símbolo internacional de acesso, conter espaço adicional para circulação da cadeira de rodas, de aproximadamente 1,20m de largura, ter o piso nivelado e ficarem o mais próximo possível do acesso, garantindo que o caminho a ser percorrido pela pessoa portadora de deficiência seja o menor possível e livre de barreiras e obstáculos.
Além das normas da ABNT, o Conselho Nacional de Transito (Contran) também estabelece três critérios para o estacionamento preferencial de idosos e deficientes. A primeira trata da obrigatoriedade de forma genérica; a segunda diz respeito a padronização de vagas para pessoas idosas, na proporção de 5% do total disponível; e a terceira resolução trata da acessibilidade e determina 2% das vagas de estacionamento para deficientes e pessoas com dificuldade de locomoção.
Cláudio Tavares acredita que os próprios estabelecimentos deveriam ser responsáveis por fiscalizar os motoristas para não parem nas vagas preferenciais. “Já vi situações onde o estabelecimento coloca um cone ou um carrinho na vaga para que outros motoristas não utilizem, no entanto, quando o portador de deficiência precisar utilizar a vaga, ele fará o que; sair do carro para tirar o obstáculo?” ironiza.
Zona Azul
As pessoas acima de 65 anos ou que apresentam algum tipo de deficiência física tem prioridade sobre qualquer vaga do sistema de estacionamento rotativo. No entanto, não basta possuir um adesivo colado no pára-brisas, no município, o portador de deficiência precisa de um cadastro junto a prefeitura para utilizar o espaço.
O Cartão Defis é emitido pela prefeitura e pelo Detran com extremo rigor apenas para pessoas que o necessitam. Porém, não precisaríamos disso se os órgãos responsáveis pelo trânsito na capital endurecessem o jogo com os motoristas que estacionam em locais próprios para deficientes e idosos.
É uma coisa de cultural. Não existe uma instrução para as pessoas que não são apenas os caderantes que são deficientes, existem diversas formas de deficiência e não se pode criar um manual para tratar com a diversidade. A própria educação das pessoas para tratar o deficiente deveria ser repensada e tratá-los como nossos irmãos.
FÓRUM ABC
Dia: 23/05/09
Local: SESI – São Bernardo do Campo
Rua: Suécia, 900 – Bairro Assunção – São Bernardo do Campo
Transporte Gratuito: Paço – SESI: 8h às 9h e SESI – Paço: 13:30min às 14:30min
Programação:
8h às 9h – Credenciamento
9h às 09h40min – Educação para a vida (Profº Luiz Roberto Alves)
09h40min às 09h50min - Intervalo para o Café
09h50min às 11h30min – Oficinas:
1-) Educação e Trabalho (Coordenação Sindicato dos Químicos do ABC)
2-) Educação e Meio Ambiente (Virgilio Alcides de Farias)
3-) Educação e Cidadania (ASAS, Bia Pardi ALESP)
4-) Educação e Cultura (Alex Sgrecia, coordenador do Departamento de formação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC)
11:45min às 12:45min – Apresentação dos trabalhos em grupo, Plenária Final.