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Novo Emprego

Faz tempo que não escrevia nada e, para não passar em branco, quero contar sobre minhas novas aventuras....

Estou na Gobos do Brasil , uma empresa especializada em equipamentos de som e iluminação para shows e eventos.

Já adianto, eles não locam equipamentos! Eles vendem para casas de shows, bandas, empresa e produtoras de shows e eventos, televisão e cinema.

O nome Gobo, surgiu da expressão “go between”, que traduzida quer dizer “vai entre”. O gobo é a peça que vai entre a fonte de luz e as lentes do projetor, para criar um efeito de luz e sombras.

Estou trabalhando como assistente de marketing, mas é só na carteira mesmo, porque faço a produção de releases, cuido das campanhas promocionais e dos e-mail marketing enviados. Além de produção e fechamento dos anúncios enviados para as revistas que a empresa tem parceiria.

Agora começei a colocar algumas novas idéias para a empresa, como o investimento em mídias digitais. Então estou trabalhando com a divulgação e promoção da empresa em redes sociais, google AdWords e futuramente com uma loja virtual.
Os dias tem sido cada vez mais corridos, saio de casa às 6h40 para não perder o ônibus, que leva quase 1h30 para chegar até o Taboão, entro às 8h30 e saio às 18h30. Quer dizer, durante a semana não chego em casa antes das 20h.
O que me leva a refletir o quanto é necessário um carro!
Se quiserem me acompanhar, continuo no twitter @feliperifa ou pelas comunidades da Gobos do Brasil.
Boa Sorte e Sucesso para todos nós!

Evite o roubos e assaltos

Não posso confirmar a procedência deste e-mail, mas posso garantir que todas as informações nele são de grande relevância para evitar roubos e assaltos.

PRINCIPAIS TRECHOS DA ENTREVISTA DE UM LADRÃO DE CARROS de SP.

PERÍODO PREFERIDO
'Prefiro furtar de manhã. É quando todo mundo está com menos cuidado com as coisas'.

TRAVAS
'Travas segredos e alarmes são ridículos. Antigamente, eu alugava um carro só para estudar como funcionava. Hoje nem faço isso'.

DESMANCHE
'Nunca desmontei carro. Odeio sujar a mão. Sempre trabalhei sozinho, por encomenda. Já entrei em concessionária, de terno, para ver o endereço e para onde iria o carro, ficava de campana (vigiando) e roubava. Já roubei muito carro que o pessoal da Concessionária me entregou'.

BUSCA
'Para quem tem o carro furtado, o ideal é procurar num raio de três quilômetros da vizinhança, pelas ruas menores, menos movimentadas'.

DESTINO DOS CARROS
'Este negócio de Paraguai é lenda. Ninguém vai levar carro roubado para lá.No Paraguai, o máximo que acontece é o proprietário entregar a uma pessoa, ela leva o carro até lá, vende no mercado negro e manda chave e documento de volta para ele dar a queixa de roubo. E são poucos.. O mais comum é o carro ir para o interior, onde não há fiscalização. Boa parte dos carros é cortada por ferros velhos.
Mas hoje em dia 50% das comunicações são falsas. Quase tudo é golpe naseguradora'..

ENCOMENDAS
'Eu tenho encomenda para o resto da vida. Mas se disser quem é me complico.É melhor ser um preso vivo, que um morto em liberdade'.

TRÁFICO
'Esses roubos armados estão sendo feitos por pessoas que estavam no tráfico de drogas ou em quadrilhas e que, por algum motivo, foram para o roubo de carro. Acho que foi porque a Polícia está dando em cima nestes crimes, porque não está fácil passar carro roubado.. O mercado está concorrido'.

CARRO ROUBADO
'Já tive carro roubado. Nem procurei. Roubei outro e fiz um duble na hora'.

CONSELHOS
'Se a pessoa não quiser ter o carro furtado, não deixe nada dentro visível.Na minha mente doente, sempre acho que tem dinheiro, ouro, jóia, ali. Não equipe muito o carro, porque assim se ganha mais dinheiro. Além de vender o carro, ainda vendo os acessórios. Não coloque em rua calma demais'.

PREÇO
'Numa Blazer do ano, paga-se R$ 10.000,00, se você vender no interior.Se você passar para um atravessador, fica com uns R$ 4..000,00 ou R$5.000,00..... Quando não dá para passar, algumas pessoas fazem o golpe com a recuperadora.O ladrão fica com 3,5%, o recuperador com 3,5%, a Empresa com 3%, dos10%, que a Seguradora paga'.

JUSTIÇA
'Meu crime é igual a roubar uma carteira de uma bolsa. Vou ficar preso por um tempo, uns dois anos, mas vou sair. Infelizmente a justiça é assim'.

PROFISSIONAIS
' Em São Paulo existem mais de trinta profissionais no furto. São pessoas comuns, que vivem disso. Hoje sou mais uma lenda, mas já furtei seis carros por dia'..

DOM
'Furtar é ter cara de pau. A pessoa não pode vacilar. Levo dez segundos para entrar no carro e ninguém percebe. Tenho o dom'.

DESAFIO
'Se um fabricante quiser, coloca um carro aqui no pátio (da Delegacia) e,se eu não abrir, faço propaganda da Empresa dele, dizendo que a trava de segurança funciona. As montadoras fazem códigos para vender carros mais caros, mas os delas são os mais fáceis de furtar. A melhor coisa a fazer é ter Seguro'.

AUTOCONFIANÇA
'Não existe carro que eu não roube. Motor não tem vontade própria e não ama o dono. Se você der energia e combustível, ele vai andar'.

COMENTÁRIOS EXTRAS: Não deveria existir bandido que não recebesse sua pena, mas... 'se der energia e combustível, ele vai andar'. Damos essa energia e esse combustível... Pense nisso....

UM ALERTA... PRESTE MUITA ATENÇÃO!
Algumas medidas que devem se incorporadas no dia-a-dia:Não anotar telefone residencial no verso de cheques, especialmente em postos de gasolina. No caso de assalto ao posto, as informações pessoais podem ser usadas para ameaças, especialmente contra mulheres. Anote sempre o telefone comercial.Não exibir currículo no carro, como: adesivo de faculdade, do condomínio onde reside (adesivos como: Eu amo Ubatuba), da academia de ginástica, etc.Um ladrão ou praticante de extorsão deduz desses sinais a vida de pessoa e os usa para fazer ameaças...
O ladrão prefere pessoas desatentas, aproveita-se do elemento surpresa.O objetivo do ladrão é patrimonial e não pessoal, escolhe as vitimas pelo fator comportamental.Jamais reagir, só em filmes dá certo. O elemento surpresa é favorável ao bandido, que nunca está sozinho e não tem nada a perder. Manter distância segura do carro da frente, para poder sair numa só manobra, sem bater. Distância segura é poder enxergar pelo menos parte do pneu do carro da frente.
O risco de morrer em roubo de farol é absurdamente maior do que num seqüestro. Nessa situação mantenha as mãos no volante e tente comunicar-se, indicando claramente o que vai fazer:Se for tirar o cinto - Vou tirar o cinto com esta mão, posso?Se pedir a carteira - A carteira está no bolso de trás (ou dentro dabolsa), posso pegar?À noite, calcule tempo e velocidade para evitar parar num farol vermelho.Não há registro de assalto com carro em movimento... DIVULGUEM... ISTO É MUITO IMPORTANTE!

Instituto de Criminalística
Departamento de Polícia Técnica

Zona Azul passará a custar R$ 3 por hora

CET deverá reajustar o preço a partir de julho


Os pontos de estacionamento rotativo implantados em São Paulo desde 1976, conhecidos como Zona Azul, ficarão mais caros a partir do próximo mês. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), durante oito anos a folha de estacionamento foi comercializada pelo valor de R$ 1,80 e o reajuste proposto é inferior à inflação média do período.

O aumento de 67% foi calculado com base nos índices IPC-FIPE, INPC-IBGE e IGPM-FGV, medidos entre junho de 2001 e janeiro de 2009. Segundo a CET, o reajuste ficará abaixo da inflação média desse período.

O motorista ainda poderá economizar comprando o talão completo com dez folhas pelo valor de R$ 28,00. Dessa forma, o paulistano poderá economizar até 9,3% se comparado à compra das folhas avulsas.

Outra forma de economizar é comprando as folhas antecipadamente. A CET informa que as folhas de Zona Azul compradas antes do repasse continuarão a valer mesmo depois da data de aumento e os comerciantes que ainda tiverem os talões antigos terão que vendê-los com os valores de capa.

A comercialização de talões de Zona Azul é feita em 3.700 pontos oficiais de venda, entre eles a rede Drogaria São Paulo, Supermercados Pão de Açúcar, Postos da SPTrans, Agências dos Correios, casas lotéricas, além de bancas de jornal, bares e lanchonetes cadastrados pela CET. A lista com todos os endereços dos postos credenciados pela CET pode ser obtida no site www.cetsp.com.br. O usuário também pode adquirir os tradicionais talões através do site www.zonaazulemcasa.com.br e recebê-los em sua casa, sem pagar nenhuma taxa de entrega.

Mudanças na Zona Azul
Atualmente, existem cerca de 33 mil vagas de Zona Azul espalhadas pela cidade. A maioria delas está no chamado Centro Expandido. No entanto, a Secretaria Municipal de Transportes (SMT) e a CET pretendem aumentar o número de vagas na área da 25 de março e arredores, para estimular a rotatividade e diminuir o trânsito na região.

A área próxima ao Mercado Municipal tem suas características próprias devido ao forte apelo popular do seu comércio e pelos congestionamentos gerados pela concentração de veículos e de pedestres. Para a Secretaria de Transportes os principais gargalos estão localizados na Rua 25 de Março e nas avenidas do Estado, Cantareira e Senador Queiróz. “Estas vias apresentam condições mais graves de tráfego, especialmente em épocas festivas, como Natal, dia das Mães e dia dos Pais”, afirma em nota o departamento de comunicação da CET.

A solução pode ser a criação de 160 novas vagas comuns de Zona Azul para absorver o aumento da demanda da região, que passa a contar com 520 vagas desse tipo. Além disso, está prevista a criação de 100 vagas para motocicletas com o objetivo de atender à grande demanda na região e garantir que as motos tenham onde parar sem interferir no trânsito.

A região ainda tem algumas peculiaridades como o furto e a depredação da sinalização de trânsito. Portanto, as mudanças não só visam melhorar o fluxo de trânsito e aumentar a segurança dos pedestres, mas também objetivam coibir a ação de vândalos e ladrões.

DIRIJA COM RESPONSABILIDADE

Aprovada lei que regulamenta a veiculação de mensagens educativas junto às propagandas de veículos
O Senado aprovou nesta semana uma emenda ao Código de Trânsito Brasileiro, o projeto de lei (PLS 245/99) obriga todas as propagandas de produtos da indústria automobilística (veículos automotores de qualquer espécie, incluindo e componentes, peças e acessórios utilizados nos veículos) a conter mensagens educativas junto a sua veiculação, assim como já acontece nas propagandas de remédio e cigarro. Agora, a Comissão Diretora vai elaborar sua redação final antes da publicação no Diário Oficial e após 120 dias passará a valer.

A emenda será como um complemento a Lei 9.503, de 1997, que regulamenta a veiculação de mensagens educativas de trânsito pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nos meios de comunicação.

No projeto da senadora Emilia Fernandes, coloca como obrigatório que toda peça publicitária destinada à promoção ou divulgação de produto da indústria automobilística deva incluir mensagens de trânsito em conjunto, independente do meio de comunicação utilizado.

De acordo com a Agência do Senado, o Contran será responsável pela padronização e especificação do conteúdo das mensagens, bem como os procedimentos a serem adotados. Para o relator da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) que aprovou a emenda, o senador Antonio Carlos Júnior (DEM-BA), não haverá necessidade de uma regulamentação para o projeto, pois suas disposições estão claras e já indicam como e quando os procedimentos deverão ser adotados nas novas propagandas e campanhas de trânsito. “O próprio Contran pode disciplinar e regulamentar qualquer assunto relacionado ao Código de Trânsito Brasileiro”, afirmou o senador, em nota à imprensa.

A emenda também já prevê a punição para as empresas que descumprirem a normativa. De acordo com a infração a empresa receberá uma advertência por escrito, a suspensão da propaganda por até 60 dias, ou até, multa que pode variar de mil a cinco mil UFIR (Unidade Fiscal de Referência).

Para o engenheiro, Paulo Cesar Marques da Silva, esta emenda será apenas uma orientação, que servirá como análise. “Pode ser seguida não apenas pelos órgãos e entidades que compõem o Sistema Nacional de Trânsito, mas por todas as entidades que se interessam em promover a segurança e a cidadania no nosso trânsito”.

INSPEÇÃO DE SEGURANÇA GRATUITA

Programa da CET orienta os motoristas sobre a necessidade da manutenção preventiva do veículo
Diariamente, cerca de 700 veículos quebram ou se envolvem em acidentes na cidade. Estes veículos interrompem o fluxo do trânsito e geram lentidão. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), um veículo quebrado em uma via de grande movimento, durante 15 minutos, provoca um congestionamento de até 3 km de extensão. Com o objetivo reduzir o número de carros quebrados nas ruas de São Paulo, a CET está promovendo a Semana de Inspeção de Segurança.

Ao contrário da Inspeção Ambiental, a campanha é totalmente voluntária e possui um caráter educativo, para conscientizar os motoristas quanto à importância da manutenção preventiva, evitando que o carro pare na rua por causa de algum defeito mecânico, ou, algo pior, que o condutor se envolva em algum acidente devido à falha de algum componente do veículo.

O engenheiro, Nilton Tadeu Durães, explica que um simples amortecedor desgastado pode ocasionar perda no controle de direção e prejudica consideravelmente a frenagem. “Um veículo a 60 km/h, com amortecedores em más condições de uso, pode aumentar a distância de frenagem em dois metros, além de perder facilmente o controle em curvas e deixar o veículo sujeito a aquaplanagem”, conclui Durães.

Além disso, manter o veículo em ordem é mais econômico, o carro apresenta melhor desempenho e rendimento quando está regulado e também evita ser pego de surpresa, como foi o caso do propagandista, Eduardo Tadeu Arndt. (?)

Por não se preocupar com a manutenção do veículo, Eduardo pagou caro. Descendo para Santos, a correia dentada do carro arrebentou e teve que pagar por um guincho, pela peça e ainda pelo serviço do mecânico. “Aprendi a lição do modo mais duro. No bolso! Hoje não cometo o mesmo erro, a cada dez mil quilômetros eu faço uma revisão preventiva” argumenta.

O programa da CET é voluntário, gratuito e não leva mais do que 30 minutos. Ao termino da inspeção, o proprietário recebe um relatório com os itens que devem ser consertados em um mecânico de preferência.

A inspeção é feita por técnicos especializados e segue as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). São inspecionados mais de 70 itens de segurança do veículo, tais como: freios, direção, iluminação, suspensão, embreagem, equipamentos obrigatórios, sinalização, motor e sistemas complementares.

Os motoristas interessados em participar, devem agendar uma data para o atendimento, entre os dias 15 e 19 de junho, através do telefone (11)3871-8750. Os horários disponíveis são das 9h às 12h e das 13h30 às 17h. A vistoria é feita na Estação de Inspeção Veicular da CET, na Avenida Marquês de São Vicente, 2.154, Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo. Mais informações sobre a Inspeção de Segurança Automotiva também podem ser obtidas nos sites: http://www.controlar.com.br/ e http://www.cetsp.com.br/.

Paciência e Tolerância no trânsito

Este ano foi eleito o ano nacional para Educação no Trânsito
As mortes no trânsito não são apenas em função dos acidentes, muitas pessoas acabam sendo vítimas fatais em decorrência de brigas e discussões. Estes atos de violência no trânsito geralmente são decorrentes de motivos fúteis como discussões, manobras erradas, ultrapassagens indevidas (fechadas) e pequenas colisões.

Anualmente, aproximadamente 35 mil pessoas morrem no trânsito brasileiro, sem contar com as mortes não computadas, pelos levantamentos estatísticos do Sistema Nacional de Trânsito (SNT), referente à casos de violência e agressão no transito. “A morte em discussões no trânsito é apenas uma das pontas do iceberg da violência que rasga o casco desta grande nação brasileira”, comentou Carlos Alberto Ferreira dos Santos, membro do Conselho Nacional de Trânsito, durante o encontro realizado na semana nacional do Trânsito deste ano.


Por este motivo, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) elegeu 2009 como sendo o ano da EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO. Para poder aprimorar as discussões sobre a formação do caráter do condutor, a qual deve começar já no ensino fundamental e nos primeiros anos de vida da criança. “Realçar as qualidades e fazer com que a paciência e a tolerância sejam os condutores é nosso desafio da educação no trânsito”, explica Santos.

O Detran de São Paulo possui um programa de educação e orientação que tem a finalidade de educar as crianças do ensino fundamental de escolas municipais para as questões do transito. O "Clube do Bem-Te-Vi", como é chamado, foi desenvolvido pela Divisão de Educação de Trânsito do DETRAN/SP em 1990.

Dentro da sala de aula que o projeto é desenvolvido, por meio de palestras, com o devido acompanhamento dos professores e educadores. O objetivo é transmitir os princípios básicos de segurança no trânsito para os jovens, contribuindo para a formação de uma geração consciente e cidadã, seja utilizando as vias públicas como pedestres ou passageiros.

Ao final da instrução os estudantes recebem um material didático, com as principais orientações abordadas durante a instrução e questões para serem respondidas. Juntamente com essa cartilha, os alunos também recebem uma espécie de Carteira de Habilitação Mirim, para que possa mostrar que também é sócio do Clube do Bem-Te-Vi.

Desde seu surgimento, o Detran já atendeu cerca de 140 cidades, mais de 2.500 estabelecimentos de ensino, mais de um milhão de alunos e 30 mil professores.
Muitos alunos, depois do curso, passam a ser multiplicadores em suas casas. “Ao entrar no carro a criança, de imediato, põe o cinto de segurança e fica só observando se o motorista também irá fazer isso. Caso contrário, com um tom educado, ela questiona: - E o cinto? Sem alternativa, pois sabe que a criança está certa, o adulto em silêncio coloca o cinto”, comenta a professora Juliana Diradi.
Estes resultados se deve também aos educadores que desenvolvem nas crianças uma educação mais efetiva para o seu dia-a-dia, como esclarece o Professor de Psicologia da UFOP, Francisco Moura. “O que a escola ensina tem que ter uma utilidade prática para a inserção dos indivíduos na sociedade em que vivem: ela também ensina princípios de civilidade”, esclarece Moura. Na opinião do presidente do Contran e Diretor do Denatran, Alfredo Peres da Silva, “Os acidentes não precisam ocorrer e podem ser evitados”. Embora abrangente, o tema EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO possibilitará que os órgãos e entidades do SNT trabalhem no sentido de promover iniciativas focadas em valores como respeito, gentileza, cooperação, colaboração, tolerância e solidariedade, tão importantes para um trânsito seguro.
















Contra exemplo: Pateta no trânsito, assista: http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=RMZ3bsrtJZ0

CONVERSÃO DE VEÍCULOS PARA ÁLCOOL

Pensando apenas nos benefícios financeiros imediatos, o proprietário pode acabar comprometendo o desempenho e a segurança do seu veículo



Para quem possui veículos flex, na hora de abastecer, sempre surge a dúvida entre abastecer com gasolina que possui uma maior autonomia ou com álcool que é mais econômico. Neste momento, o segredo é olhar para o preço na bomba. Se o preço do combustível vegetal for, pelo menos, 30% inferior ao do derivado de petróleo é vantagem abastecer com o álcool. Isso porque o carro consome, em média, 38% a mais de combustível com álcool do que gasolina (32% na cidade e 46% a mais na estrada).

No entanto, com as contínuas reduções no preço do álcool, seja por incentivo do governo ou por qualidade na safra de cana-de-açúcar, as pessoas estão preferindo os veículos bicombustíveis. Desde a chegada do primeiro flex, já foram vendidos 7,2 milhões de veículos no país.

Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as vendas de veículos 0km Flex já representam 87,2% dos carros vendidos. Só no ano passado foram comercializados 2,3 milhões de carros bicombustíveis.

Não foi só isso, a quantidade de motores a gasolina que estão sendo convertidos para álcool dobrou no último ano. Segundo a Associação Brasileira dos Reparadores Independentes de Veículos (Abrive), a quantidade saltou de 600 para 1,2 mil por mês.

Adaptação
O mecânico, Felipe Kassardjian, da TechRace Fuel Injection Systems, explica como é feito o processo de conversão. “É instalado um aparelho nos bicos injetores que controla a quantidade de combustível e oxigênio enviados para o carburador. Esta ‘sonda-lambda’ pode ser usada tanto em sistemas de injeção digital ou analógica e tem a função de remapear a injeção para o uso do álcool”, finaliza Kassardjian.

O funcionamento deste aparelho é baseado no aumento do tempo de abertura dos bicos injetores, para que o módulo coloque mais combustível, compensando a diferença da mistura. Em veículos flex o módulo realiza esses cálculos continuamente e os resultados são armazenados na memória e, mesmo com o aparelho desligado, as informações ficam guardadas. Assim o veículo consegue distinguir o combustível que está sendo utilizado.

Depois de convertido, o veículo precisa passar por uma vistoria no Detran, para certificar que as alterações feitas no automóvel não vão oferecer riscos à segurança do motorista e do trânsito. Para isso, é preciso dar entrada em um processo de alteração de combustível, junto com todas as notas fiscais de serviços e de peças utilizadas na conversão.

Por mais idônea que seja a oficina, emitindo nota fiscal para a regularização da documentação do veículo, ela não pode se responsabilizar por futuros problemas com o carro. A oficina concede apenas a garantia do aparelho instalado por ela.

Contrapartidas
O estudante Sergio Manoel se arrependeu da instalação do módulo que faz a mudança no fluxo de combustível. “Na minha opinião, isso é enganação, pois vai reduzir a vida útil do seu motor em até 80%, isso se você cuidar bem dele. Acredite, não vale a pena”, reclama Manoel.
Por ser, relativamente, recente esse tipo de adaptação, os carros não estão preparados para receber os dois tipos de combustíveis. Apenas os veículos mais novos possuem pistões, mangueiras, bronzina e bicos injetores adaptados para isso. O Diretor do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios de São Paulo (Sindirepa-SP), Antonio Gaspar de Oliveira, também é contra esse tipo de modificação. “As pessoas que fazem essas alterações pensando apenas na economia e não pensam que peças como o filtro e a bomba de combustível terão uma vida útil menor”, afirma.


Gaspar também explica que o álcool precisa de uma taxa de compressão maior do que a gasolina, reduzindo seu desempenho e causando danos ao meio-ambiente. “Depois de convertido o veículo polui mais, porque a queima não completa do carburador sai pelo escapamento para o meio ambiente”.


Testes do Inmetro de São Paulo comprovam que os veículos convertidos para flex emitem mais poluentes do que o convencional e que não estariam aptos para a inspeção ambiental veicular do município.


Pequenas atitudes podem ajudar o motorista a economizar e reduzir o consumo de combustível sem que ele precise converter seu carro. O pneu descalibrado, por exemplo, pode aumentar o consumo do combustível em até 10%. Assim como, o uso exagerado do ar-condicionado, dirigir com o veículo desregulado, muito pesado ou com os vidros abertos, também aumentam o consumo.

Acessibilidade para deficientes


Regulada por uma lei federal, a lei de Acessibilidade que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade está em vigor desde 8 de novembro de 2000, mas a questão do direito ao acesso ainda precisa ser muito discutida e trabalhada na formação das pessoas, para que se torne efetiva.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 10% da população apresenta algum tipo de deficiência. Limitados pela incapacidade de ver, ouvir ou deslocar-se, os portadores de necessidades especiais são os que mais sofrem com a falta de cidadania de algumas pessoas.
De acordo com a lei, todos os estabelecimentos, deveriam proporcionar condições de acesso para pessoas idosas ou portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida. No entanto, são poucos os estabelecimentos que fazem cumprir isso. Como conta o comerciante Jorge Sebastião.
Seu pai com 80 anos foi vítima de um AVC, há alguns anos, perdendo a mobilidade de um dos braços e parcialmente de uma das pernas. “Sempre que acompanho o meu pai (no carro dele que tem o adesivo de deficiente) raramente encontro uma vaga para parar de idoso ou deficiente desocupada, porque são utilizados por pessoas que não têm qualquer tipo problema” afirma Sebastião.
O comerciante também conta que geralmente quando o seu pai está com a cadeira de rodas, acaba estacionando longe, sem problemas, mas quando ele está apenas com a bengala, nada pode fazer, a não ser, ficar olhando aquele homem idoso se arrastando por um longo percurso, quase caindo e sofrendo para chegar ao seu destino.
E apesar de trágica, essa história continua a se repetir em diversas famílias do país, é o exemplo de Heloisio Ribeiro Neves que após sua filha ainda jovem sofrer uma paralisia cerebral e se tornar caderante, adaptou seu veículo Doblo para o transporte de passageiros especiais.
Hoje, sua filha está com 33 anos e não utiliza mais cadeira de rodas, mas com toda a sua compaixão continuou a transportar outras pessoas que necessitavam. “Esse carro passou a ser uma forma de ajudar o deficiente a alcançar seu objetivo, seja estudar, trabalhar ou se divertir” comenta Neves.

Há dois anos, Neves abriu sua própria empresa de traslado, a Gaivota Transporte Acessível, para atender esse público muitas vezes esquecido pelo poder público. “Essa ideia surgiu pela própria necessidade, por tratar a tantos anos com pessoas com necessidades reduzidas, mas tudo isso levou tempo para acontecer, pois não recebi nenhum incentivo”, justifica Neves.

Projeto Carona

A instituição surgiu em 1997, com o intuito de oferecer atividades de lazer para as pessoas portadoras de necessidades especiais, mas sua primeira dificuldade foi o transporte de seus clientes para as atividades promovidas pela empresa.
Com isso, a instituição criou um serviço de transporte com vans convencionais e adaptadas passamos a oferecer uma prestação de serviço de transporte, facilitando a vida do portador de necessidades especiais, assim o cliente é pego e levado para casa após o evento. São os únicos da cidade com a documentação regulamentada pela EMTU.
Atualmente a empresa atende escolas, hospitais, hotéis, casas de repouso, particulares, locadoras de veículos e agências de eventos. O projeto carona fica na Travessa Domingos Assunção, 57 – Pinheiros – São Paulo. Mais informações pelo site: www.projetocarona.com.br, ou pelos telefones 8386-6465, 3814-4162, falar com Roque José. transporte@projetocarona.com.br; recreacao@projetocarona.com.br

Adaptação do veículo
Existem empresas especializadas e homologadas para fornecer esse tipo de tecnologia. Indiferente da marca do veículo, para fazer a instalação dos dispositivos especiais, como alavancas de aceleração e frenagem na parte lateral do volante, após o cliente comprar o carro, ele é enviado para estas oficinas onde são adaptados.
No entanto, somente 20% dos portadores de algum tipo de deficiência física precisam de adaptações mais específicas, como acelerador e freio manuais. “Dos veículos vendidos com isenção para deficientes 80% possuem apenas direção hidráulica e câmbio automático”, comenta o supervisor de vendas especiais, Ricardo Rodrigues da Silva.


Normas para o estacionamento
Um dos fundadores do site www.DeficientesOnline.com.br, Cláudio Tavares, conhece bem a realidade destas pessoas e fala sobre os problemas enfrentados no dia-a-dia por quem procura um local adequado para estacionar. “O complicado é quando o estabelecimento não cumpri com as Normas da ABNT. A vaga precisa estar em um local estratégico e ser maior do que o convencionar para que o deficiente possa tirar a sua cadeira de dentro carro”.
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, as vagas de estacionamento devem ser devidamente sinalizadas, com o símbolo internacional de acesso, conter espaço adicional para circulação da cadeira de rodas, de aproximadamente 1,20m de largura, ter o piso nivelado e ficarem o mais próximo possível do acesso, garantindo que o caminho a ser percorrido pela pessoa portadora de deficiência seja o menor possível e livre de barreiras e obstáculos.
Além das normas da ABNT, o Conselho Nacional de Transito (Contran) também estabelece três critérios para o estacionamento preferencial de idosos e deficientes. A primeira trata da obrigatoriedade de forma genérica; a segunda diz respeito a padronização de vagas para pessoas idosas, na proporção de 5% do total disponível; e a terceira resolução trata da acessibilidade e determina 2% das vagas de estacionamento para deficientes e pessoas com dificuldade de locomoção.
Cláudio Tavares acredita que os próprios estabelecimentos deveriam ser responsáveis por fiscalizar os motoristas para não parem nas vagas preferenciais. “Já vi situações onde o estabelecimento coloca um cone ou um carrinho na vaga para que outros motoristas não utilizem, no entanto, quando o portador de deficiência precisar utilizar a vaga, ele fará o que; sair do carro para tirar o obstáculo?” ironiza.

Zona Azul
As pessoas acima de 65 anos ou que apresentam algum tipo de deficiência física tem prioridade sobre qualquer vaga do sistema de estacionamento rotativo. No entanto, não basta possuir um adesivo colado no pára-brisas, no município, o portador de deficiência precisa de um cadastro junto a prefeitura para utilizar o espaço.
O Cartão Defis é emitido pela prefeitura e pelo Detran com extremo rigor apenas para pessoas que o necessitam. Porém, não precisaríamos disso se os órgãos responsáveis pelo trânsito na capital endurecessem o jogo com os motoristas que estacionam em locais próprios para deficientes e idosos.
É uma coisa de cultural. Não existe uma instrução para as pessoas que não são apenas os caderantes que são deficientes, existem diversas formas de deficiência e não se pode criar um manual para tratar com a diversidade. A própria educação das pessoas para tratar o deficiente deveria ser repensada e tratá-los como nossos irmãos.

O caminho do combustível

Como identificar e denunciar os postos que vendem combustíveis adulterados.


A melhor forma de proteger o seu bolso e o seu carro de combustíveis adulterados é sabendo a origem do combustível. O motorista não deve se sentir envergonhado de perguntar ao frentista qual a procedência do combustível. Afinal, assim como ele, o posto também é um comprador do distribuidor, o distribuidor da refinaria, e assim por diante.

O petróleo extraído da terra serve de matéria-prima para diversos produtos como pneus, parafinas, borrachas, fósforos, chicletes, filmes fotográficos, polímeros plásticos e até mesmo medicamentos. Em uma refinaria, sobre temperaturas que variam de 40º a 200º graus Celsius, esse liquido escuro e viscoso também se transforma em combustível e fontes.

No Brasil, a Petrobras tem exclusividade tanto para a extração quanto para o refino desse material. A estatal brasileira transforma a matéria bruta em gasolina, diesel, querosene, gás de cozinha, óleo combustível e lubrificante, parafina e diversos compostos químicos que são matérias-primas para as indústrias de tintas, ceras, vernizes, resinas, extração de óleos e gorduras vegetais.

A gasolina que sai das refinarias é chamada de Gasolina “A”, pois não tem nenhum tipo de solvente. Quando o produto é bombeado para os distribuidores responsáveis pela infra-estrutura e logística de entrega - a gasolina recebe o Álcool Anidro. Atualmente, o percentual obrigatório de álcool na gasolina é de 25% e a margem de erro admissível é de mais ou menos 1%.

Quando o produto chega aos postos para a comercialização, a gasolina já está diluída, tornando-se uma gasolina do tipo “C”. Quem estipula a quantidade de álcool que a gasolina deve receber e fiscalizar todo esse processo é a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Somente no ano passado, das 19.550 ações de fiscalização da Agência, 4.903 foram realizadas no Estado de São Paulo. As fiscalizações realizadas no estado resultaram na emissão de 1.458 autos de infração, sendo 412 por problemas de qualidade nos combustíveis, das quais 200 resultaram na interdição dos postos.

A intenção da ANP é passar em todos os postos da capital em no máximo 6 meses. Segundo o Chefe da fiscalização da ANP em São Paulo, Alcides Araújo dos Santos, a maior dificuldade em realizar esse trabalho se dá pelo baixo número de agentes.

Hoje a agência conta com 85 fiscais para inspecionar as 183 distribuidoras e cerca de 34.300 postos no País. Em São Paulo, são 14 funcionários para atender a quase 18.000 postos, o que torna a fiscalização ineficiente.

Para solucionar este problema, a ANP se uniu a outros 9 órgãos públicos para diminuir o intervalo entre uma vistoria e outra. “Por isso os convênios são importantes. Recentemente capacitamos 15 agentes da prefeitura para atuarem como fiscais, inclusive, com poder de policia para autuar o posto se preciso” comenta o Alcides.

O resultado desses convênios, por exemplo, é a fiscalização feita por universidades que se encarregam de coletar amostras de combustíveis de diversos postos e seus alunos realizam os testes para averiguar a qualidade; depois a universidade envia os relatórios para a ANP. Assim é possível monitorar com mais freqüência o produto comercializado.

Para o vice-presidente Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), Roberto Fregonese, essa fiscalização ainda é ineficaz. “O que atrapalha é a forma como tem sido feita essa fiscalização. Os postos compram com muita rotatividade, até pela falta de capital de giro, recebem do distribuidor novos produtos quase todos os dias e, às vezes, esse relatório leva de dois a três dias para chegar até a ANP. Então, quando o fiscal vai aos postos, não é possível flagrar o proprietário vendendo combustível adulterado”.

Adulteração
O combustível adulterado é aquele que não obedce às especificações legais, ou seja, que possui mais álcool ou mais solventes do que o permitido por lei.

Segundo a ANP, “adulteração é a mistura de qualquer substância diferente ou acima das especificações permitidas, originando um produto de qualidade inferior”. Os produtos utilizados na adulteração podem ser variados, como água para o álcool e o álcool para a gasolina.

Esses solventes já fazem parte de suas composições, mas, em excesso, diluem o combustível, diminuindo sua eficiência e causando danos ao motor.

Em todas as etapas do processo de fabricação do combustível existe manipulações do produto, no entanto, na etapa final, a concorrência por preços baixos incentiva a adição de produtos químicos mais baratos, para aumentar a rentabilidade.

Fregonese confirma que de 8% a 10% dos postos vendem produtos fora dos conformes. “A maior incidência de adulteração de produtos é nas metrópoles, onde existe a guerra pelo preço baixo”, comenta. Existe um ranking da ANP que classifica as regiões com maior incidência de adulteração.
São Paulo está em primeiro lugar, seguido de Osasco e em terceiro lugar a região do ABC. “Chega um momento em que a competitividade por preços leva o revendedor para a clandestinidade. É uma condição de subsistência”, comenta Fregonese.

E ao contrario do que se imagina muito raramente o combustível é adulterado no posto. Em quase todos os casos, as adulterações são feitas ainda nos distribuidores. “É quase inviável fazer uma adulteração no posto de gasolina. O produto já vem com a mistura pronta; entretanto, nada é feito sem a conivência do revendedor”, afirma o vice-presidente da Fecombustíveis.

Exija o teste
Em caso de suspeita da qualidade do combustível, solicite um teste de proveta. “Todos os postos são obrigados a fazer o teste quando solicitado pelos consumidores” comenta o chefe de fiscalização da ANP.
No teste, que leva cerca de 10 minutos para ser realizado, é possível identificar o teor exato de diluentes que existe no combustível. O teste pode ser feito com um densímetro ou simplesmente adicionando água à gasolina. A gasolina de tom amarelado ficará na parte de cima do frasco e a água e o álcool, de tom transparente, na parte inferior. A mistura transparente, na qual se encontra o álcool e a água, deve atingir 62,5ml dentro do medidor.


No caso do álcool, são observados os mesmos itens. Já no caso do diesel, checam-se o aspecto visual, massa específica e cor. Caso sejam encontradas irregularidades, os postos poderão ser advertidos, autuados ou mesmo terem suas bombas lacradas até que seja regularizado, neste último caso, devendo passar por uma nova verificação.



O Procon alerta aos consumidores para terem cuidado na hora de abastecer, pois o maior prejudicado é o proprietário do veículo que terá de arcar com os prejuízos no mecânico.

A conta do mecânico
O barato saiu caro, e agora? Abastecer pelo mais barato não é tão vantajoso, já que à longo prazo os prejuízos para o veículo começam a aparecer. O primeiro sinal é a diminuição do desempenho que, conseqüentemente, leva a um maior consumo de combustível.
O uso freqüente de combustível adulterado pode causar vários defeitos no motor. “A água no álcool não queima e tira a lubrificação do motor podendo, a longo prazo, oxidá-lo e resultar em defeitos nos bicos e injeção.

A queima de gasolina adulterada, ainda causa acúmulo de resíduos na parte interna do motor e estes resíduos ocupam o espaço de movimentação das peças móveis do motor, dificultando a articulação dessas peças. “Os veículos a gasolina costumam apresentar mais defeitos, já que os solventes se tornam resíduos e vão para o cárter do motor, transformando o óleo em uma graxa”, explica o preparador de veículos Eduardo Keller, da oficina Keller Mecânica de Automóveis.

Por isso, esteja sempre atento com os períodos de troca de óleo do veículo. “Quando trocar o óleo, perceberá que o óleo do carro a álcool sai fino e claro, enquanto que o do veículo a gasolina com um tom escuro, são os resíduos do combustível que ficam no motor”, comenta o mecânico.

Marivaldo Moraes, proprietário de um posto de gasolina na região do ABC, sugere que o consumidor esteja sempre atento: “escolha um ou dois postos e procure sempre abastecer neles”. Dessa forma, o motorista pode monitorar a qualidade do combustível de acordo com a quilometragem por litro que o veículo faz. É notável a diminuição do rendimento do veículo quando abastecido com um produto não conforme”.

Se seu veículo for danificado por combustível adulterado, dirija-se ao Procon ou outros órgãos de defesa do consumidor com a nota fiscal do abastecimento e o laudo mecânico que comprovou o dano, a fim de receber orientação sobre as ações a serem tomadas.

Dicas Seguindo as dicas abaixo você abastece seu carro com mais segurança:

  • Procure sempre abastecer no mesmo posto, exigindo a nota fiscal. Assim, você pode garantir o conhecimento da origem do combustível.

  • Verifique se a bandeira e a marca da distribuidora correspondem ao caminhão que abastece o posto.

  • Verifique se no posto existe a placa da ANP com o telefone da Central de Atendimento ao Consumidor.

  • Se há suspeita de adulteração, denuncie na Central de Atendimento da ANP (0800-970-0267). Ao efetuar a denúncia informe o CNPJ e razão social do posto (que constam na Notal Fiscal), endereço, distribuidora e a descrição do ocorrido.

CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE FINANCIAMENTO, LEASING E CONSÓRCIOS

Saiba escolher a melhor opção na hora de adquirir de um veículo

Se você está pensando em comprar um carro novo, deve estar se deparando com uma diversidade de ofertas, com entradas variáveis, prazos flexíveis e, inclusive, oportunidade de fazer um financiamento, leasing ou consórcio, mas como saber qual escolher?
De forma simples e direta, a diferença entre eles é que no leasing o carro fica em nome do Banco até ser quitado. A vantagem é que não possui taxas como IOF, o que torna está modalidade de crédito mais barata que o financiamento.
Logo, o financiamento possibilita o consumidor adquirir o bem em seu nome, mas possui taxas variadas e ao termino do contrato podem chegar até ao dobro do valor financiado.
Já o consórcio é um plano de compra planejado, a pessoa vai entrar em um grupo e só terá o valor para compra quando for sorteado. Porém, ao invés de juros, possui um plano de rendimento.
Mesmo assim as pessoas ainda preferem o imediatismo. Mais da metade das compras de carros nos primeiros três meses do ano foi feita a prazo. É o que revela a recente pesquisa da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras). O saldo de leasing e CDC (Crédito Direto ao Consumidor) cresceu em 21,5% na aquisição de automóveis por pessoas físicas. Isso porque, desde o início do ano, as taxas de juros nos financiamentos de veículos vêem caindo, 7% em média, facilitando as condições de crédito.
Existem vantagens e desvantagens em todas as condições. A melhor coisa para o consumidor se proteger é fazer uso consciente dos financiamentos, pesquisando as condições do mercado e preferindo comprar à vista ou com uma boa entrada.